Radar da saúde: como os brasileiros enxergam os convênios

Pesquisa indica que, apesar de reajustes e restrições, planos de saúde são valorizados por mais de 80% da população. Veja este e outros destaques no radar

Mesmo assim, a maioria da população acredita que eles são necessários e gostaria de não depender apenas da rede pública. Segundo , 83% das pessoas que possuem um convênio expressam grande temor em perdê-lo e 74% dos usuários do SUS desejam contar com esse serviço.

A principal barreira para ter um plano, relatada por mais de 70% dos respondentes, são as questões financeiras. A vantagem número 1 dos convênios, na visão dos entrevistados, é a rapidez no acesso a consultas e exames, apontada por quase 40% do público.

Marco na contracepção e na autonomia feminina, o medicamento que evita a gravidez virou um sexagenário em 2022. Desde a sua introdução, a pílula foi aperfeiçoada, ganhou versões e outros métodos contraceptivos surgiram. Hoje a recomendação é que a eleição do anticoncepcional seja feita com o ginecologista considerando histórico, estado de saúde e desejo da paciente.

Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram uma proteína capaz de fazer células nervosas se multiplicarem e ajudar a tratar paralisias devido a lesões na coluna e doenças degenerativas. A polilaminina seria uma alternativa às células-tronco e despertou interesse da indústria farmacêutica para pesquisas em humanos.

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Pela primeira vez na história, . Após acompanhar cidadãs de Taiwan por 13 anos, os pesquisadores detectaram que aquelas que viviam em áreas poluídas corriam um risco 33 vezes maior de apresentar a chateação.

Uma análise de 397, 6 mil hospitalizações devido à infecção pelo coronavírus constatou que 40% das pessoas com diabetes internadas no Brasil foram a óbito em decorrência de complicações da doença. O trabalho, da Universidade Estadual do Ceará, confirma a necessidade de cuidados adicionais, a começar pela vacinação, com esse grupo tão representativo.

“A IA [inteligência artificial] tem o potencial de reduzir custos e melhorar a eficiência geral do sistema de saúde. Desenvolver e aperfeiçoar modelos, contudo, é uma parte menor do desafio, o principal é repensar a interação médico-paciente, requalificar os profissionais, (…) acompanhar e avaliar os impactos da tecnologia, intermediando as áreas de enfermagem e tecnologia da informação. Para proteger os direitos do paciente, é mandatório que os profissionais de saúde e os formuladores de políticas públicas conheçam os riscos e se empenhem em controlá-los.”

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