Atual situação global mostra o potencial enorme dos e-Sports

A indústria global de esportes está num momento de impasse diante da atual situação global. Alguns falam em adaptação momentânea, enquanto outros falam em momento de transição para uma realidade permanentemente diferente.

De fato, o impacto econômico e as medidas sanitárias restritivas em torneios desportivos mundo afora devem perdurar ainda por meses ou alguns anos, se mantivermos uma postura otimista.

Porém, um tipo de jogo não apenas saiu fortalecido desse momento de grande comoção mundial. Não apenas se fortaleceu, como vem se popularizando: o esporte eletrônico.

A grande vantagem dessas modalidades virtuais é que toda a ação de um torneio inteiro pode acontecer de maneira remota, com os jogadores em seus respectivos domicílios ou salões de jogos, conectados pela internet – livres do risco do contágio pelo vírus. As plateias também são virtuais, para o benefício da saúde dos fãs.

Até mesmo casas de apostas esportivas e outras empresas de iGaming têm ampliado seu leque de opções para incorporar também as modalidades virtuais. Os apostadores também têm aderido a essa nova dinâmica do calendário esportivo.

As competições organizadas, com equipes profissionais têm atraído a atenção de grandes redes de apostas esportivas com a crise do coronavírus. Em abril, o Comitê de Jogos de Nevada aprovou a realização de apostas com uma série de jogos eletrônicos bastante populares – eNASCAR, Counter Strike, League of Legends, Dota 2 e afins.

Nevada é o estado norte-americano onde está situada a cidade de Las Vegas. Isso significa que a referência máxima mundial em apostas está dependendo basicamente dos e-Sports para sobreviver – o que pode apontar para uma tendência futura para esse ramo no mundo.

Os grandes torneios de esportes eletrônicos são sustentados basicamente por publicidade e pela venda dos direitos de transmissão em vídeo. Esses campeonatos são uma peça importante para a promoção das principais marcas de jogos eletrônicos pelo mundo.

No Brasil, a popularidade ascendente dos jogos eletrônicos profissionais é sensível. Redes esportivas de TV, como o SporTV, passam a transmitir torneios como o Campeonato Brasileiro de League of Legends.

Hoje, há equipes profissionais estruturadas com jogadores brasileiros voltadas aos esportes eletrônicos. Alguns outros atletas jogam em times do tipo fora do país, em equipes multinacionais.

Além disso, país passa a sediar eventos de grande porte – não apenas campeonatos nacionais, mas de importância mundial. Por exemplo: a ESL One está prevista para acontecer em novembro no Rio de Janeiro. Trata-se do maior campeonato mundial de Counter Strike no mundo.

Mas há também o âmbito amador dos jogos eletrônicos. Afinal de contas, a grande interatividade dos jogos eletrônicos torna atrativo para todos jogarem por conta própria, e não apenas assistirem a profissionais em ação.

Na verdade, a venda de jogos direta é um mercado muito mais expressivo do que o dos torneios profissionais (que ajudam a promover as modalidades). Com a pandemia atual, empresas como Tencent e Nintendo viram uma ampliação grande de vendas no primeiro trimestre de 2020.

A japonesa Nintendo teve um aumento de lucro de 41% no período, enquanto a Tencent aumentou a receita em 31% em relação ao mesmo período de 2019. Jogos lançados durante a pandemia, como Animal Crossing, chegaram a quebrar o recorde de vendas.

Há uma grande diversidade de diversões virtuais, que podem ser facilmente encontradas em lojas e plataformas online, testadas e adquiridas.

Por exemplo, não dá para subestimar o poder dos apps e seus jogos como Candy Crush e AnrgyBirds, franquias multimilionárias que se expandem até para outros veículos audiovisuais.

A indústria do iGaming também está em constante evolução por causa do grande número de clientes. Slots, jogos de cartas e de mesa ganham temas, variações e funcionalidades a todo momento. E os próprios cassinos online se reinventam, criando experiências cada vez mais realistas. Jogue no cassino ao vivo da LeoVegas e perceba a evolução que os jogos passaram, de softwares bem arcaicos para plataformas com streaming ao vivo que você joga com um crupiê de carne e osso e outras pessoas em localidades diferentes na mesma mesa e o mesmo jogo.

Hoje em dia, as receitas de jogos são trazidas basicamente por gastos com consumo. Os consumidores de hoje compram menos jogos do que em décadas passadas, mas gastam mais tempo ocupados com esses jogos.

Os esportes eletrônicos são jogos com grandes bases de fãs. Os grandes torneios são promovidos pelos próprios desenvolvedores (os estúdios de criação) dos jogos, e patrocinados por cada vez mais grandes marcas.

Os jogos mais populares transformam-se em “franquias”, com grandes fãs e vários desdobramentos, sequências e versões alternativas. Ou seja, cada marca rende muitas inovações e atrativos, que mantêm esses esportes relevantes aos fãs mais ardorosos – e também atrai novos curiosos.

Avanços na qualidade dos computadores, na velocidade do acesso à internet (inclusive em aparelhos móveis) e na qualidade dos jogos mudaram completamente a realidade do mercado de jogos nos últimos anos. Hoje, cerca de 48% das receitas da indústria de jogos vem dos jogos de celular.

Essa facilidade de acesso, na tela do celular, tornou essas diversões acessíveis como nunca. Aliás, os diferentes tipos de jogo colaboram para que as barreiras de idade e outras restrições típicas sejam ultrapassadas.

Se as medições feitas durante a pandemia servem de indicação para algo, o futuro dos esportes virtuais pode ser ainda maior do que o esperado antes da vinda da doença: a Verizon informa que atualmente no EUA o tráfego de internet ligado a jogos aumentou em 75% em horários de pico. É uma mudança muito superior ao tráfego de vídeo, que cresceu 12% no mesmo período.

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